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10/10/2016

5 jogos e brincadeiras infantis para relembrar

Dia das Crianças, a ser comemorado na próxima quarta-feira (dia 12), é boa oportunidade para resgatar brincadeiras antigas, como amarelinha ou cabra-cega

Neste Dia das Crianças, nada mais gostoso que levar as crianças para brincar ao ar livre. Porém, as crianças de hoje desconhecem a maioria das brincadeiras da época dos seus pais. A fim de criar uma ligação ainda mais forte com os seus filhos, que tal ensiná-los amarelinha, jogo de bola de gude, cabra-cega? Eles poderão achar curioso saber o que os seus pais faziam na infância e, quem sabe, aderir às “novas” brincadeiras.

Veja algumas sugestões de Lúcia Gaspar e Virgínia Barbosa, bibliotecárias da Fundação Joaquim Nabuco, disponibilizadas no site Pesquisa Escolar On Line. Para ver a lista completa de brincadeiras, clique aqui.

Academia ou amarelinha

Desse jogo pode participar qualquer número de crianças. Risca-se no chão, com carvão, giz, ou - se for na areia -, com um pedaço de pau ou telha, uma figura que parece um boneco com uma perna só, de braços abertos, ou um avião, como também é conhecido em algumas partes do Brasil.

As quadras da amarelinha terminam com o céu (um círculo). São mais sete casas numeradas. A criança que gritar antes a palavra “primeira” inicia o jogo e a ordem de quem vai jogar vai sendo gritada pelas outras crianças, sucessivamente.

A brincadeira consiste em jogar uma pedra na primeira casa e ir pulando com um pé só e com as mãos na cintura todas as outras casas do desenho, indo e voltando, evitando-se pisar na casa onde está a pedra e pegando-a na volta. Joga-se a pedra na segunda casa e assim sucessivamente até o céu (círculo).

A pedra jogada tem que parar dentro do espaço delimitado de cada quadra ou casa. Ganha o jogo quem conseguir chegar ao céu, sem errar, ou seja colocando a pedra no local correto, em todas as casas, fazendo todo o trajeto sem colocar os dois pés no chão ou pisar na linha do desenho.

Pode-se também fazer todo o trajeto sem jogar a pedra, levando-a em cima do peito de um dos pés ou de uma das mãos, sem deixá-la cair. Quem errar espera a próxima jogada e recomeça de onde parou.

Bola de gude

É um jogo muito antigo, conhecido desde as civilizações grega e romana. O nome "gude" tem origem na palavra "gode", do provençal, que significa "pedrinha redonda e lisa".

Atualmente, a bola de gude é feita de vidro colorido. Há várias modalidades do jogo, porém a mais conhecida é o chamado triângulo. Risca-se um triângulo na terra e coloca-se uma bola de gude em cada vértice. Se houver mais de três participantes, as bolas são colocadas dentro ou nas linhas do triângulo.

Para saber quem vai iniciar o jogo marca-se um risco no chão, a uma certa distância do triângulo. Posicionando-se perto do triângulo, cada participante joga uma bola procurando fazer com que ela pare o mais próximo da linha riscada no chão. O nível de proximidade da bola define a ordem dos jogadores.

O jogo começa com o primeiro participante jogando a bola para tentar acertar alguma das bolinhas posicionadas no triângulo. Se conseguir, fica com a bola atingida e continua jogando, até errar quando dará a vez ao segundo, e assim por diante.

Se a bola parar dentro do triângulo o jogador fica “preso” e só poderá participar da próxima rodada. Os participantes vão se revezando e tentando “matar” as bolinhas dos adversários, utilizando os dedos polegar e indicador para empurrar a bola de gude na areia. Ganha o jogo quem conseguir ficar com mais bolas.

Cabra-cega

Escolhe-se uma das crianças para ser a cabra-cega. Coloca-se um venda nos seus olhos, alguém faz com que ela dê vários giros e pede-se que ela tente tocar ou segurar alguma das outras crianças participantes. Quem ela conseguir tocar ou segurar primeiro, será a próxima cabra-cega.

A brincadeira deve ser realizada em um espaço pequeno e livre, com poucos obstáculos, para que não haja acidentes e machucados.

Esconde-esconde

Uma criança é escolhida para contar até um determinado número com os olhos fechados em uma base (um local qualquer) sem poder olhar para os lados, enquanto as outras se escondem.

Após a contagem, ela tenta encontrar cada criança escondida e, ao avistá-la, tem que dizer “batida fulano ou fulana”, tocando no local da base. Se alguma das crianças que se esconderam conseguir chegar na base sem ser vista por aquela que está procurando, fala alto “batida, salve todos”, e quem está procurando começa novamente a contar. Entretanto, se todos forem pegos, escolhe-se outra criança para contar e a brincadeira começa outra vez.

O coelho sai

As crianças devem formar um círculo com as mãos dadas. Coloca-se uma delas no meio, que representa o coelho. O “coelho” deve fazer algumas perguntas ou pedir alguma coisa ao grupo. Então, p grupo deve responder às perguntas ou atender simbolicamente ao desejo do “coelho”.

Por exemplo: se o coelho pergunta “que horas são?”, todos respondem: “são duas horas”. Se o coelho diz: “eu quero tomar banho”, uma criança do círculo diz: “tome banho aqui”, e simula um banho.

Depois de muitas perguntas e pedidos, o coelho diz: Eu quero sair. As crianças seguram bem as mãos para não deixar o coelho sair. Quando o coelho consegue escapar, todas as crianças correm atrás dele e quem o alcançar se torna o coelho da brincadeira.

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